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Michelle Branquinho

Michelle Branquinho

4 hábitos que atrapalham os seus relacionamentos

Quando se trata de relacionamentos, sabemos que são os pequenos detalhes que em conjunto, fazem toda a diferença na sua qualidade. As atitudes tomadas, o jeito escolhido para proferir críticas, o tempo em que se passam juntos. Para relacionamentos amorosos, a regra é a mesma. Existem uma série de hábitos que constroem a conexão a dois, tanto para o bom, como para o mal.

São muitas as escolhas diárias que podem afetar a harmonia de uma relação. Para este artigo listarei 4 itens entre as que considero mais relevantes. Refletir sobre cada uma delas te ajudará a cortar pela raiz atitudes que estão prejudicando os seus relacionamentos e te auxiliará a pensar em como começar a criar novos hábitos de comportamento. Vamos para a lista?

  • Exigir demais de si mesmo

Você querer ser a melhor versão de si mesmo em um relacionamento é saudável e claro, é mesmo o recomendado. Mas assim como a autocobrança exacerbada pode nos atrapalhar em nossa trajetória profissional e nos mais distintos assuntos pessoais, ela também passa a ser uma perigosa sabotadora em relacionamentos. Você não estará sempre bem, assim como o seu parceiro também não. A “régua” usada para avaliar a si mesmo precisa ser flexível.

Talvez, não conseguirá estar em todas as ocasiões ou eventos ou se for, nem sempre estará com um belo sorriso no rosto. Haverá dias em que não poderá comprar o “presente perfeito” que gostaria, ou ainda estar passível a dizer algo que logo depois lhe causará arrependimento. Todas essas aparentes falhas não diminuem o seu valor em seu relacionamento. A partir do momento em que conviver constantemente com níveis extraordinários de autocobrança, você passa a nunca se sentir feliz em sua relação, afinal não pode se ver como suficiente e é dessa forma que surge os sentimentos como frustração, raiva e remorso estarão no caminho.

  • Questionar o parceiro com muita frequência

O excesso de questionamentos também é frequentemente um sinal de camadas mais profundas de sentimentos prejudiciais, como a insegurança e o complexo de inferioridade. Pessoas que fazem questionamentos exagerados tendem a duvidar de quaisquer respostas que receberem. Além disso, estão constantemente se sentindo enganadas ou com medo de perder o parceiro para situações ou para pessoas que julga ser melhores do que si mesma. Você se identifica com essa descrição?

A verdade é que a confiança é a base para qualquer relacionamento, e quando se tem a certeza de se estar em uma relação segura onde o outro demonstra estar nela inteiramente, questionamentos excessivos apenas poderão resultar em altos níveis de pressão. Nesse sentido, ambos os lados perdem. O “cobrador” por nunca poder descansar e estar em constante alerta, e o “cobrado” por se sentir desvalorizado e digno de incredulidade.

  • Esconder situações por medo da resposta

Relacionamentos saudáveis providenciam um ambiente onde não é necessário estar o tempo todo com medo das possíveis reações vindas do seu parceiro (a). Por mais que sejam situações desagradáveis, experimente ser transparente. Com certeza isso resultará em leveza para você e evitará maiores conflitos.

O mesmo vale para quando algo importante precisa ser comunicado. Não protele em se abrir com quem está do outro lado da relação. Mais uma vez, nos lembramos da importância da comunicação clara e da confiança entre parceiros.

Protelar diálogos e até mesmo envolver terceiros na “rede” de esconder informações, demonstra a incapacidade em lidar com perguntas ou de prover explicações. Se a razão é o nível de agressividade presente em seu parceiro (a), repense a qualidade do seu relacionamento e busque ajuda profissional.

  • Medo constante de ser abandonado

Muitas das atitudes que foram citadas até aqui podem estar relacionadas com este quarto e último hábito da lista: o medo de ser abandonado. Algumas perguntas podem te ajudar a compreender esse sentimento:

  • O que sinto quando meu parceiro precisa fazer algo sem mim?
  • Quais são os pensamentos que tenho sobre o nosso futuro como casal?
  • Quando mais sinto medo de perdê-lo (a)?

Sem dúvidas, essas reflexões podem ser um bom começo. No entanto, a ajuda terapêutica será eficiente em descobrir quais são as raízes deste comportamento. Com a ajuda de um especialista psicoterapeuta, os padrões de pensamentos e sentimentos são analisados a partir de uma jornada de autoconhecimento que será essencial para a sua saúde mental e para a qualidade do seu relacionamento!

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